O Brasil está envelhecendo – e garantir direitos para essa população é uma responsabilidade de toda a sociedade.

Neste 1º de outubro, Dia Nacional do Idoso e Dia Internacional da Pessoa Idosa, a ACMP reforça a importância de reconhecer, respeitar e proteger quem tem 60 anos ou mais.

Os números mostram a dimensão dessa realidade: segundo o Censo 2022 do IBGE, o Brasil tinha mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, grupo que correspondia a cerca de 15,6% da população brasileira. O índice de envelhecimento chegou a 80 pessoas idosas para cada 100 crianças de 0 a 14 anos.
Esse cenário reforça a necessidade de políticas públicas e de uma sociedade preparada para garantir autonomia, saúde, participação social, segurança e dignidade ao longo do processo de envelhecimento.

O Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003) assegura direitos às pessoas com 60 anos ou mais e estabelece que nenhuma pessoa idosa deve ser vítima de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão. Proteger esses direitos é uma responsabilidade coletiva.

Envelhecer com dignidade é um direito. Respeitar, proteger e valorizar as pessoas idosas é um compromisso de todos.